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12 novembro 2010

Memória para uso diário


A aula desta semana consistiu em assistir ao filme "Memória Para Uso Diário" seguido de palestra da Profa. Georgete Medleg Rodrigues, como atividade da Semana de Arquivologia da UnB. Como atividade semanal os grupos de diplomática deverão postar nos respectivos blogs, até às 18h59mim do dia 19/11/2010 as seguintes atividades:
  • escolher ao menos 3 documentos exibidos no filme e promover a análise diplomática dos mesmos;
  • realizar a análise tipológica dos mesmos documentos em pelo menos um dos respectivos contextos arquivísticos do filme, discutindo, quando for o caso, a mudança de função e titularidade (será que um documento pessoal ao ser apreendido pela ditadura tem sua proveniência e função arquivísticas alterada? Exemplificação de situação similar pode ser vista na figura 1 desse artigo; clique aqui para mais referências e/ou acessar a outros materiais relacionados ao artigo);
  • criar uma situação hipotética, pertinente ao respectivo blog e analisar os mesmos documentos tipologicamente.

07 setembro 2010

Memórias "(re)veladas"


Tentando acordar do sonho kafkiano provocado pela discussão do processo apresentado aqui, nos deparamos com uma matéria publicada na Carta Capital, no mês de agosto, que demonstra o emaranhado político no qual se refugiam os arquivos. Nos comentários do post em questão, observamos a ideia da falta de contribuição real para a instituição, por parte daquele que procura uma capacitação profissional. Não sabemos o modelo administrativo a que essa ideia se refere, mas achamos que está muito mais atrelada à época das cavernas;  pode passar para pegar o Kit Flinstones oferecido anteriormente. Não se levanta aqui um imaginário de guerra, travada entre as pessoas e os interesses da organização. Escutamos um ótimo neologismo no XVI CBA, que está longe do que queremos apresentar. Não se trata de CORPORARQUIVISMO.O ponto central é saber até onde o ideal de que uma instituição de missão altamente democrática pode se utilizar de métodos administrativos chancelados por lobos do antigo regime.

A questão é: e se perguntássemos o contrário? Ou seja, quais seriam os interesses da instituição? Que tipo de profissionais as instituições querem como representantes de sua equipe de trabalho? Qual a qualidade dos profissionais que são escolhidos para os projetos arquivísticos? Que filosofia está embutida na conduta da instituição? Será que temos um interlocutor?

Baixem aqui a matéria e tirem suas próprias conclusões.

Postado por Rodrigo Fortes de Ávila

31 maio 2010

Em carne e osso


O site oficial da folha apresenta documentos, em formato PDF, que demonstram a espionagem do governo do atual presidente do senado José Sarney, mesmo após o fim da ditadura militar. Após 25 anos de sigilo, os documentos foram liberados pelo Arquivo Nacional, apresentando que o primeiro governo civil pós-ditadura, entre 1985-1990, espionou os principais focos de crítica da sociedade civil.

Acesse aqui os documentos na íntegra.