10 outubro 2016

Esclarecimentos e instrução para Ciranda Cirandinha

Olá pessoal!

Vamos à alguns esclarecimentos quanto ao acesso/visita e postagem nos blogs dos grupos (segunda etapa da atividade da semana passada):

Primeiro: Em alguns casos conforme foi informado/identificado, o blog foi aberto com um e-mail coletivo, então, ao acessarem a área de comentários - comente e argumente -  faça a identificação de quem está postando e de qual grupo pertence.

O objetivo das atividades, é termos uma discussão ampla com a participação de todos alunos (grupos/indivíduos), assim é fundamental a identificação de todos, pois faremos o acompanhamento e anotando a participação individual/grupo. OK?

Segundo: Na semana passada ficou faltando o link para dar continuidade as nossas atividades, certo???
Consegui localizar os links ativos com os textos, assim vamos dar seguimento, sabendo que na próxima quarta vai ser feriado, então vocês vão ter um tempinho extra para concluírem as próximas atividades…
Links: 
BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Como fazer análise diplomática e análise tipológica de documento de arquivo. São Paulo: IMESP/ARQ-SP, 2002. (Projeto Como Fazer, 8). Link: Bellotto (2002) ; 
DURANTI, Luciana. Diplomátia: usos nuevos para una antigua ciencia. Trad. Manuel Vázques. Carmona  (Sevilla): S&C, 1996. (Biblioteca Archivística, 1 e 5).  Link: Cap. 1 e Cap. 5 

Atividades:

1º Fechamento da atividade da semana passada: Vamos completar a segunda etapa da atividade inicial, sobre os comentários dos colegas sobre a postagem inicial do blog.  Ou seja, cada grupo deverá escolher quatro ou cinco blogs dos amigos da sala (isso conforme a quantidade de membros dos grupos, ou seja, cada membro deverá visitar um blog). Ao visitarem os blogs dos amigos, digam o que acharam em relação a postagem e ao contexto abordado em relação a diplomática, tipologia e a arquivista e se tiver qualquer dúvida sobre o entendimento dos conceitos apresentados (conforme textos da Bellotto (2002); Duranti (1996) acima) deixem uma pergunta aos gestores do Blog visitado em comente e argumente. OK?

Atenção! Esse questionamento tem de ser feita no blog visitado. OK? E não no Blog mãe. E, lembrando que será uma única pergunta por grupo ao blog (gestor e participantes do grupo).



 Então vamos para a próxima atividade...



Agora, vamos para outra atividade que é consagrada no blog “Ciranda Cirandinha” para isso vamos utilizar o texto do prof. André, no link:  Identificação de tipologias documentais em acervo de trabalhadores.  

Vamos ao funcionamento: a primeira pessoa a postar deve realizar uma pergunta, em seguida, outra pessoa responde esta pergunta e deixa outra pergunta referente ao mesmo texto, e assim sucessivamente.

Caso vocês estejam respondendo uma questão e de repente outra pessoa a responde na sua frente, não tem problema, respondam mesmo assim assinalando de que pessoa você está respondendo. OK? 

Nosso prazo para concluirmos essa etapa será até às 17:00h. do dia 17/10/2016. Lembrando que é individual e obrigatória, as perguntas devem ser feitas e respondidas em comente e argumente logo abaixo da desta postagem.

Ainda, a primeira pessoa que fez pergunta em comente e argumente deverá fazer o fechamento respondendo a última pergunta que tenha sido postada até às 17h, fazendo a resposta até as 18:40 do mesmo dia. OK? 

Atenção!
Essa segunda atividade "Ciranda Cirandinha" é para ser feito aqui nos comente e argumente do Blog da disciplina. OK?

Então... mãos a obra...

73 comentários:

  1. Cada um terá que responder com um perfil pessoal e não pelo blog da matéria ?

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  2. Qual a diferença entre o documento de arquivo e o documento de coleção?

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    1. Documentos de arquivo estão relacionados e se interligam pelo contexto de produção, sendo que eles nascem como consequência da atividade de um organismo. Já os documentos de coleção são unidos pelo tema ou assunto e não apresentam a vínculo com o produtor e os outros documentos que formam aquele conjunto. Em síntese, a principal diferença entre os dois tipos de documentos é a questão da organicidade que o documento de arquivo possui e o de coleção não possui.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Qual a diferença pode ser percebida entre os documentos da atividade-meio e da atividade-fim em termos de avaliação documental?

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    1. Os documentos da atividade meio que passam por uma avaliação são, em grande maioria, de acordo com os instrumentos disponibilizados pelos órgãos reguladores, eliminados ao finalizarem o seu ciclo de vida na fase intermediária. Já os documentos da atividade fim, cujos instrumentos são produzidos por comissões de profissionais que compõe o próprio órgão, apresentam em sua grande maioria documentos que têm como destinação final a guarda permanente.

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  5. Cite os elementos mínimos de identificação diplomática conforme o texto Identificação de tipologias documentais em acervos dos trabalhadores do André Porto Ancona Lopez.

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    1. Conforme o texto indicado do profº André, os elementos mínimos para a identificação diplomática são: o "nome" do documento - que é a espécie, as características internas principais, as características externas principais (como forma, formato, suporte gênero...) e o trâmite (quais etapas e documentos foram produzidos até chegar ao documento em pauta.

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  6. Quais são os passos para a elaboração de uma tipologia mínima?

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    1. 1- Identificar as espécies do acervo da organização(análise diplomática).
      2- Identificar quais as funções(quanto ao uso pelo titular do arquivo) se relacionam a quais documentos.
      3- Sistematizar um esquema hierárquico que consolide as informações relativas às ocorrências documentais daquele titular, que seja capaz de articular as espécies com as respectivas funções(plano de classificação).
      4- Não esquecer de registrar todos os passos do processo e as definições que foram sendo elaboradas.

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  7. Que características a documentação arquivística produzida por movimentos sociais apresentam e que dificultam o entendimento dos arquivistas em termos de contextualização da produção?

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    1. O caráter informal, assistemático e efêmero da produção documental. No caso da análise de documentos de partidos clandestinos, por exemplo, verificou-se "(Lopez, 1999, p.62) que, por vezes, documentos autodenominados com o mesmo termo constituíam, na verdade, espécies documentais distintas, com grandes variações temporais e conjunturais nos objetivos imediatos e no alcance dos documentos, tanto interna, como externamente."
      Os arquivistas estão acostumados a uma formalidade, a um padrão que essa documentação não apresenta.

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  8. Quais elementos, conforme o texto, o arquivista deve compreender para que haja um real retrato das atividades de uma instituição?

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  9. Respondendo a pergunta da Mayara: É importante entender o uso e quais atividades e funções foram feitos pelo titular do fundo como prova da realização de determinadas atividades; compreender o contexto (para que essa instituição foi criada, sua organização); identificar os diferentes usos de uma mesma informação e suas (re)significações; identificar as tipologias documentais organicamente relacionados; organizar documentos da área meio e fim; avaliar os documentos produzidos pela ótica da analise diplomática; desenvolver metodologias apropriadas para cada caso; a fim de que se possa constituir instrumentos razoáveis de compreensão dessas atividades da instituição.

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  10. 4. Qual a contribuição da Diplomática e da Tipologia documental em relação a identificação da validade (autenticidade, veracidade, integridade e validade jurídica dos documentos presentes no acervo dos trabalhadores?

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  11. Ao meu ver, o texto de Lopez (2012) não se foca na autenticidade, e sim na organicidade, no uso da Diplomática e da Tipologia Documental para identificar e preservar a ligação entre o documento e a função que lhe deu origem.

    Há uma breve menção aos desafios de identificar a autenticidade dos documentos de acervos de trabalhadores, quando o autor menciona que "nesse tipo de entidade os documentos, muitas vezes, são produzidos, sem regulamentação, normatização oficial ou preocupação jurídico-legal e costumam ter caráter mais informal, sem muito controle dos padrões de produção" (LOPEZ, 2012, grifo meu), o que vai contra a noção de autenticidade fundada pela criação dos documentos dentro de procedimentos regulares estabelecidos pelo direito administrativo, como citado por Bellotto (2002, grifo meu) e outros autores.

    Pessoalmente, considero a organicidade mais importante do que a autenticidade; uma vez que o documento só é autêntico porque é criado visando a necessidade de agir através dele, de expor a vontade administrativa do produtor e criar efeitos (BELLOTTO, 2002; SOUSA, 2007; LOPEZ, 2012).

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    1. Respondendo a pergunta da JANICE, feita em 10 de outubro de 2016, às 23:59:00. Desculpe, esqueci de mencionar.

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  12. Segundo o autor do texto, qual é o risco que os documentos de arquivo correm caso não haja a preservação de sua organicidade?

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  13. Respondendo a pergunta da Natasha: É necessário que a organicidade do documento seja preservada, a não preservação pode provoca a perda do contexto arquivístico e como cita o autor impossibilitar a compreensão do significado do documento. Sendo assim é necessário que sempre que documentos forem separados tenha um registo, e deve ser respeitada a ordem original dos documentos.

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  15. Segundo o texto o que diferencia Arquivologia e Diplomática?

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  16. Respondendo a pergunta da Marina: A Diplomática tende a individualizar cada documento, enquanto a Arquivologia busca a inserção de cada documento em conjuntos mais amplos, caracterizados pelas atividades que os produziram (as séries).

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  17. O quê caracteriza uma fotografia ser um documento arquivístico e não apenas um item de coleção?

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  18. Respondendo a pergunta da Thayane: segundo LOPES (2012) "Fotografias para serem consideradas documentos de arquivos precisam ser dotadas de organicidade, ou seja, precisa ter relação com outros documentos derivados de uma atividade do titular, com vínculos administrativos possibilitando assim a compreensão plena do significado do documento e não alterando sua função probatória."

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  19. Baseado no texto, qual é a responsabilidade da tipologia documental?

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    1. A tipologia documental é responsável por permitir o entendimento do documento identificado pela Diplomática dentro do contexto orgânico do arquivo.

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  20. Qual risco se corre ao não se fazer uma análise tipológica?

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    1. A ausência da análise tipológica põe em risco a compreensão do correto significado dos documentos, hoje inteligível para aqueles que foram contemporâneos à sua produção e aos fatos a ele relacionados, mas que se tornarão enigmas para os pesquisadores de um futuro não tão distante.

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  22. Tradicionalmente como o documento é definido?

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    1. Respondendo a pergunta da Luzia: De acordo com LOPEZ (2012), tradicionalmente o documento é definido como uma informação associada a um suporte material. Essa ampla concepção pode englobar até mesmo os objetos banais presentes no dia a dia. Isso significa que qualquer objeto material,
      com ou sem informação escrita, pode ser considerado um documento, desde que
      possa transmitir informações: uma pirâmide (que nos informa sobre a organização da sociedade egípcia), um relatório, um cartaz publicitário, um livro de atas etc.

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  23. Qual a importância dos arquivos privados ?

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  24. Respondendo a pergunta da Elaine: de acordo com Lopez (2012), Os arquivos privados são de fundamental importância para a história e a memória, sobretudo aqueles mais diretamente relacionados com a sociedade, como arquivos de empresas prestadoras de serviços públicos, arquivos pessoais de personagens relevantes para a vida acional, arquivos de associações (sociais, econômicas, culturais), sindicatos, agremiações políticas etc. A despeito do interesse público, é mister que a autonomia privada dos registros de tais entes seja preservada, cabendo ao Estado, quando for o caso, um papel de facilitador da preservação, organização e acesso a tais acervos.

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  25. O QUE A DISTINÇÃO ENTRE ATIVIDADES-MEIO E ATIVIDADES-FIM IRÁ DETERMINAR DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES?

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    1. A distinção entre atividade-meio e atividade-fim irá determinar, nas organizações, o alcance que os documentos terão. Tal distinção é observada no tratamento documental e na avaliação de registros com potencial para se tornarem permanentes.

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  26. De acordo com o texto, o que diferencia os documentos de arquivo e os documentos de coleção?

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  27. A diferença é que um é guardado apenas pela função do conteúdo, e o outro pela função relativa a atividade realizada pelo titular. Ou seja documentos de coleção não são diretamente relacionados com a autenticidade da atividade do titular, e os documentos de arquivos são orgânicos, isso significa que estão relacionados entre si pela função das atividades do titular.

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  28. Quais as funções da organização arquivistica e por que existe a dificuldade de aplica-las na pratica?

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  29. As funções da organização arquivística é para garantir a facilidade da recuperação da informação. Existe ás vezes uma dificuldade de executar essa função, pois é necessário mais profissionais para garantir a gestão arquivística.

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  30. Cite quais são as funções da organização arquivística:

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  31. Em resposta ao Alex: Segundo o autor do texto, retratar as atividades reais das instituições e, na medida do possível, ser o espelho fiel destas, para que haja a correta contextualização da produção documental, conforme os moldes definidos pela própria dinâmica administrativa da organização.

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  32. Segundo o texto, quais são as origens da Diplomática?

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    1. Tem suas origens relacionadas à identificação e à averiguação da autenticidade de documentos medievais relativos à comprovação de posses de terra e títulos de nobreza, por meio da análise exaustiva das características externas dos documentos e modos de escrita.

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  33. No que pode implicar a ausência da análise tipológica no âmbito da pesquisa?

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    2. A ausência da análise tipológica põe em risco a compreensão do correto signifi cado dos documentos, hoje inteligível para aqueles que foram contemporâneos à sua produção e aos fatos a ele relacionados, mas que se tornarão enigmas para os pesquisadores de um futuro não tão distante. Caso os movimentos não despendam esforços (contratando profissionais de arquivo e/ou capacitando os próprios colaboradores) para organizar corretamente – de modo contextualizado – seus próprios registros administrativos – que se converterão em registros da memória organizacional, podendo servir de base para a construção de uma história que considere os atores sociais –, tais documentos, quando muito, estarão fadados a se tornarem peças ilustrativas, desprovidas de nexo quanto às ações e interesses reais de seus criadores.

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  34. De acordo com a realidade de uma organização arquivística citada no texto: qual seria a tarefa de um Arquivista nesse contexto?

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    1. Deve ser de procurar compreender a “missão” e a “visão” da organização sempre precavido de utilizar as funções explicitadas formalmente apenas como referencial e nunca como reflexo absoluto da realidade

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  36. De acordo com o texto, sobre o que recai os interesses da contextualização arquivística e qual relação mantêm com as atividades exercidas?

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  38. Em resposta ao Felipe Israel: o interesse da contextualização arquivística recai sobre as atividades do produtor, expressas por meio de documentos, os quais mantêm uma relação de indicialidade com as atividades.

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  39. De acordo com o texto, qual a principal dificuldade encontrada na organização arquivística para retratar as atividades reais das instituições?

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    1. A principal dificuldade na organização arquivística encontra-se no fato de que as funções desenvolvidas de fato por uma instituição nem sempre são aquelas registradas ou explicitadas oficialmente, visto que a própria dinâmica administrativa da instituição pode modificar o entendimento e a própria contextualização da produção documental.
      Deve-se, então, tentar mediar o que se pretendia desempenhar (objetivo hipotético) e o que de fato foi feito (registrado pelo documento de arquivo).

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  40. Como a classificação (mais especificamente a criação de um plano de classificação de uma entidade) é influenciada pelas análises diplomáticas e tipológicas de seus documentos?

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  41. Segundo o texto é preciso considerar,
    para que se chegue à sua real configuração, enquanto reflexo
    fidedigno do funcionamento de uma entidade, a estrutura do
    documento, os seus elementos externos e internos e como eles se
    traduzem na prática, isto é, como eles ocorrem em casos concretos"

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  42. Considerando a questão dos elementos constitutivos dos documentos de
    arquivo,quais são os caracteres ou elementos externos ou físico do documento?

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    1. Os caracteres ou elementos externos ou físicos são: o espaço; o volume que o documento ocupa; sua quantidade; o suporte (material sobre o qual as informações são registradas, como papel, pergaminho, filme, disco óptico, disco magnético, fita magnética etc.); o formato (configuração física de um suporte, de acordo com a sua natureza e o modo como foi confeccionado, tais como caderno, códice, folha avulsa, livro, tira de microfilme etc.); a forma ou a tradição documental, que é o estágio de preparação e transmissão de um documento (minuta, original, cópia); o gênero (configuração que
      assume um documento de acordo com o sistema de signos utilizado
      na comunicação de seu conteúdo, permitindo que seja denominado
      textual, iconográfico, sonoro, audiovisual, informático); e até aqueles
      elementos menos corpóreos que alguns autores consideram intermediários, tais como a língua (também entendida como elemento interno), o modo da escrita, a espécie e o tipo (CAMARGO & BELLOTTO, 1996; CRUZ MUNDET, 1994).

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  44. Já os caracteres ou elementos internos ou substantivos do documentos são?

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  46. respondendo ao Aldo:
    Os caracteres ou elementos internos ou substantivos são
    a proveniência, isto é, a instituição ou pessoa legitimamente
    responsável pela produção, acumulação ou guarda dos documentos;
    as funções, as origens funcionais do documento, as razões pelas
    quais foi produzido, tomando-se em consideração - e nesta ordem -
    a função, a atividade que lhe concerne e os trâmites pelos quais
    passou; o conteúdo substantivo, que é, afinal, o assunto de que trata
    o documento, os fins que se quer atingir com sua criação; a data
    tópica, ou seja, o lugar de onde o documento está datado, que pode
    ser um palácio, um acidente geográfico, uma cidade e a data
    cronológica - ano, mês, dia -, que, juntamente à data tópica, situa o
    documento no tempo e no espaço (CRUZ MUNDET, 1994).

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  49. Respondendo ao Fábio: O plano de classificação irá estruturar por funções uma organização. Dessa maneira, a análise diplomática irá influenciar na elaboração do plano identificando os aspectos formais dos documentos e a sua autenticidade. Enquanto que a analise tipológica influenciará na medida em que busca identificar os tipos documentais e as suas relações internas decorrentes das funções desempenhadas pela organização.

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  51. Segundo o autor, de que maneira a analise diplomática pode ser util na gestao da memoria dos documentos dos trabalhadores?

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  52. Toda organização, seja ela de cunho público ou privado recebe e emite alguma documentação, jurídica, informacional, administrativa. Segundo Lopez,"Torna-se fundamental o desenvolvimento de metodologias próprias que atentem não só para a particularidade das entidades geradoras de arquivos, como também para as especificidades dos documentos dentro desse universo. A transparência dos critérios de geração, organização, seleção e disponibilização de registros torna-se primordial para o estabelecimento dos limites de análise, interpretação e uso das informações e documentos pelo cidadão". A Diplomática é essencial para o reconhecimento documental, a organização é essencial para a identificação da informação em sua plenitude. Saber de onde, para quê e o por quê é imprescindível.

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  53. Essa é uma atividade individual e não foi localizado a participação de alguns colegas.

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