20 setembro 2015

Variando as Tipologias


     Para reforçar a leitura nos estudos da Diplomática, segue mais um capítulo da nossa querida escritora italiana Luciana Duranti.
       Com base nesse texto, vocês devem discutir os motivos de haver variações nos modelos tipológicos.

DURANTI, L. Diplomática: usos nuevos para una antigua ciencia. Trad. Manuel Vázquez. Carmona (Sevilla): S&C, 1996. (Biblioteca Archivística, 5). - CAP.5  
Ps: Os textos serão disponibilizados numa pasta do Dropbox

Atividade individual e obrigatória, postem suas explanações nos comments abaixo até as 18:40Hrs da sexta do dia 25/08.
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Thadeu Alexander.

74 comentários:

  1. No livro de Luciana Duranti "Diplomática: usos nuevos para una antigua ciencia", em seu capítulo 5, são apresentados os elementos externos e internos da forma documental, levando em consideração sua relação direta de perpetuação com a função administrativa do documento.
    Na primeira parte do capitulo, Duranti apresenta, como introdução ao estudo dos elementos, conceitos: forma, como “el complejo de reglas de representación usado para transmitir un mensaje”; forma física, como “revestimiento externo” do documento; e forma intelectual, como “articulación interna” do documento.
    Em seguida, a autora cita os elementos que devem ser considerados em uma análise diplomática externa (suporte, material, forma, formato) e intelectual (protocolo, texto e escatocolo) da forma documental.
    É interessante notar que em cada parte referente aos elementos de análise diplomática, Duranti cita aos períodos de criação das formas documentais (medieval, moderno e contemporâneo) como um requisito essencial que devem ser considerados à análise: cada período foi acrescentado, retirado ou alterado aspectos, tanto nos elementos externos, quanto nos internos.
    Podemos associar essas mudanças na forma documental à organização do Estado e às evoluções dos suportes na hora de sua produção do documento. Percebe-se, durante o texto, que os documentos medievais são associados à monarquia e à posição que a igreja tinha relacionada à produção e ao tratamento documental. Nos modernos, os aspectos que passam pela burocratização governamental, necessitando que os documentos fossem analisados de acordo com o contexto arquivístico. E, nos contemporâneos, os aspectos ligados à evolução tecnológica, suas aplicações nas formas documentais e no aumento da importância dada aos estudos da tipologia documental.

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  2. Luciana Duranti, no capítulo 5 de seu livro “Diplomática: usos nuevos para una antigua ciência”, explica e exemplifica como deve ser feita uma crítica diplomática de acordo com os elementos externos e internos do documento.
    De início, Duranti demonstra as características de cada elemento da forma documental: externo e interno. Ao explicar cada elemento, além de mostrar os componentes dos mesmos e suas características, a autora nos situa em relação ao período de cada documento, demonstrando que há diferenças nas estruturas externas e internas de acordo com o período: medieval, moderno e contemporâneo. Percebe-se que cada documento deve ser analisado de modo a se observar o período em que foram desenvolvidos, pois altera-se muito mais que as estruturas, mas também a forma cultural dos documentos. Para esclarecer, Duranti afirma que “Los elementos externos e internos de la forma documental fueron identificados por los diplomatistas a través del examen de gran número de documentos emitidos en diferentes tiempos y jurisdicciones por diferentes tipos de creadores de documentos con finalidades diferentes”.
    Mais à frente, a autora demostra a parte prática de como vincular os elementos da forma documental com a crítica diplomática, de modo a identificar cada parte que compõe o documento.
    Assim, pode-se concluir que há variações nas estruturas dos componentes externos e internos conforme o período em que foram criados, desenvolvidos.

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  3. O Modelo de Duranti é específico e propõe conceitos peculiares e que necessitam um pouco mais de atenção. Seu conceito “bate de frente” com as reflexões de fatos desenvolvidos, tomando por base também o caráter social da preservação destes registros documentais (tipologia). O foco do seu modelo pode ser proposto para documentos específicos que necessitam de tratamento especial e mais aprofundado, geralmente de cunho permanente. Nas tradicionais organizações atualmente esse princípio não se encaixa tão bem como o modelo de Lopez. Seu Modelo (Duranti) foca o tanto quanto elementos externos e internos do documento. Duranti não deixa de lado os documentos atuais, com suas burocracias e sua má gestão em algumas organizações. Aplicando o contexto arquivístico na sua forma contemporânea e nos novos modelos padrões da arquivística junto com a evolução tecnológica, conceituando e destacando a importância tipológica para um melhor contexto do fundo tratado.

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    1. A ideia geral de seu argumento é interessante, porém está confusa e mereceria mais profundidade.

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  4. Luciana Duranti, no cap. 5 do livro “Diplomática: usos nuevos para una antigua ciencia.”, retrata as mudanças ocorridas na forma dos documentos, em relação aos seus elementos externos e internos, e destaca o período histórico em que se encontra (período medieval, moderno e contemporâneo), assim, a autora destaca a importância de se levar em consideração, na análise diplomática, as mudanças ocorridas com o passar dos anos.

    Observa-se que no período medieval os documentos eram produzidos levando se em consideração o período monárquico, ou seja, nessa época os documentos eram produzidos em função do Rei (para proteger o seu reinado, incluindo os nobres e o clero), já no período moderno, a produção de documentos passa a ficar mais mecanizada (burocratizada, ou seja, com procedimentos mais rígidos na confecção dos documentos) e por último o período contemporâneo, mais voltado aos movimentos liberais ocorridos na Revolução Francesa com base nos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, uma visão bem mais ampla em relação a produção de documentos, que começa a ganhar outro foco, e os direitos e deveres do povo começam também a serem resguardados, a Administração deixa de ser voltada apenas para a Administração e passa a olhar também pro povo, os documentos não vêm resguardar apenas direitos do Governo e os deveres do povo, mas também, os direitos do povo e os deveres do Estado (uma ideia mais voltada a transparência, acesso à informação).

    Dessa forma, os motivos de haver variações nos modelos tipológicos estão intimamente ligados às mudanças ocorridas em cada período histórico nos quais estão sendo produzidos os documentos, levando em consideração também a evolução do suporte nesses períodos, o rigor na forma dos documentos muda conforme o período e essas mudanças não podem ser desconsideradas, muito pelo contrário, elas são fundamentais para determinar o contexto arquivístico do documento quando da análise documental.

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Luciana Duranti, no texto em questão, mostra de forma clara e objetiva como deve ser feita uma crítica diplomática tendo como base os elementos externos (forma física) e internos (forma intelectual) da forma documental.
    De acordo com a autora, um dos objetivos dessa análise, através da crítica diplomática, é fazer uma ligação entre os componentes da forma documental com os componentes de transações administrativas.
    Por meio dos elementos externos e internos da forma documental é possível identificar a função do documento, seu conteúdo, quem o criou, com quais finalidade, intenções, entre outros elementos. Esses elementos caracterizam o documento, tanto de forma externa, quanto de forma interna e através disso, podemos identificar formas documentais de diferentes épocas. A própria autora deixa claro que a forma documental varia com o período de tempo no qual o documento foi criado, mostrando que há inúmeras diferenças administrativas, legais, judiciais de acordos com o ano/século do documento.
    Duranti, nesse capítulo, aborda diferenças entres os períodos de tempo medieval, moderno e contemporâneo. Nesse último, a autora esclarece que há diferenças relevantes em relação aos outros períodos, já que existe a interação com software de computadores.

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    1. não fica claro o porquê da diversidade, que foi pedido no comando do exercício

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  7. As variações nos modelos tipológico decorrem de o fato dos documentos trazerem tanto externamente como internamente informações que permitem a identificação de sua função. Portanto, diferenciações quanto a origem, procedência, data, os documentos têm formas bem semelhantes. Logo, com a identificação de especificidades e variações é possível a detecção da função administrativa dos documentos. Nesse entendimento a diplomática é constituída por regras de representação para o envio de mensagens.

    Quanto a forma física ou externa se tem o layout do documento já na questão interna se tem por destaque a articulação intelectual. Assim, a parte externa é depreendida pela análise do suporte, texto, linguagem, sinais externos, selos e anotações e que possibilitam a compreensão de processos e atividades administrativas (DURANTI, 2015, p. 120)

    Quanto aos aspectos internos Duranti (2015, p.125) aborda uma estrutura comum e uma subestrutura analítica ideal que remete para protocolo em que se tem a contextualização administrativa da ação, o texto, que trata da ação e suas circunstâncias, e o escatocolo que é o contexto documental da ação. Assim, é possível a verificação se é um documento contemporâneo, de autoridade pública, de autoridade privada, se são solenes, comerciais.

    Logo, ao se verificar a função dos documentos por suas formas e conteúdos se tem a identificação do produto e a verificação da autenticidade, considerando o desempenho de uma atividade específica, bem como a compreensão do contexto, quer jurídico, quer administrativo, quer processual. (DURANTI, 2015, p. 131)

    Por fim como bem destaca Duranti (2015, p.138), a Diplomática exige uma postura mental, que se desdobra em uma abordagem considerando perspectivas, sistematizando uma forma de abordar documento arquivísticos.

    DURANTI, L. Diplomática: usos nuevos para uma antigua ciência. Trad. Manuel Vázquez. Carmona (Sevilla): S&C, 1996; (Biblioteca Archivística,5). CAP.5

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    1. não fica claro o porquê da diversidade, que foi pedido no comando do exercício

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  8. Com base no texto de Duranti (1996), capítulo 5, é possível identificar que as variações nos modelos tipológicos se dão por conta da evolução do Estado ao longo dos anos, bem como da evolução tecnológica que também influencia a atuação estatal. Dessa forma, os processos dentro da organização foram sendo modificados e alguns requisitos de autenticação do documento foram se tornando desnecessários, ou não eram mais capazes de garantir autenticidade ao documento, e outros foram se incorporando. Essa exclusão ou inclusão de elementos ao documento pode ser explicada por aspectos burocráticos, por exemplo, novas legislações, como leis, decretos, instruções normativas, entre outros, que instituem, de forma direta ou indireta, novos procedimentos administrativos para determinadas atividades e funções na Administração. Isso é visível, se pensarmos na evolução estatal da Administração Pública brasileira, que procura desenvolver uma administração gerencial, porém isso não exclui aspectos da administração burocrática. Toda essa mudança também se refletiu nos suportes documentais. Além disso, com novas tecnologias inseridas no ambiente de trabalho, os processos foram se modificando de forma que algumas tarefas fossem excluídas, tornando alguns elementos dispensáveis.

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  9. As variações ocorridas nos modelos tipológicos durante os tempos pode ser explicado pelo fator cultural e pela finalidade ao qual o documento era criado.
    Duranti mostrará neste capitulo de seu livro: "usos nuevos para una antigua ciencia" os estudos feitos pelos diplomáticos "em cima" dos documentos, desde a antiguidade até os tempos modernos, dando mais enfase, no decorrer do capitulo principalmente no que diz respeito a parte das características intrínsecas dos documentos, a mudança ocorrida nos tempos medievais para os tempos modernos. As características tipológicas , ou seja, intrínseca dos documentos dos tempos medievais se alterou bastante até chegar nos tempos atuais. Alguns elementos dispostos nos documentos medievais e que não houveram mais a necessidade de serem implementada nos tempos atuais justamente pela finalidade dos documentos terem se alterado e a questão cultural ter mudado são: Formula perpetuitatis, apreciação e a invocação. Estes elementos citados não mais se utilizam nos documentos dos tempos atuais com exceção da invocação, utilizado ainda perante em alguns tribunais para invocar o nome de Deus. Outros elementos citados e que ainda fazem parte de nossos documentos da atualidade, protocolos, são: Titulação, data, sobrescrito, inscrição, saudação, assunto, texto, preambulo, notificação, exposição, disposição, formula, clausulas finais ( que podem ser divididas em grupos), escatocolo, clausulas cortes, qualificação da assinatura e as notas.
    Para concluir, Duranti explica que este estudo foi feito justamente para compreender o contexto jurídico, administrativo e processual em que os documentos foram criados. Justamente por este motivo a alteração tipológica ocorrida durante os tempos, pois a sociedade evolui e as funções, atividades e novas formas de se portar ( Cultura) são criados e ou desenvolvidos.

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  10. No livro “usos nuevos para una antigua ciencia”, no capítulo 5, Duranti demonstra as transformações ocorridas nas formas documentais ao longo da história. Ela cita o período medieval, moderno e contemporâneo. Ela demonstra que para cada período os documentos foram criados com objetivo, forma, contextos diferentes. Os tipos de suportes, texto, formato dos documentos, enfim, as características internas e externas dos documentos permitem reconhecer a sua finalidade, seu conteúdo, sua autenticidade, sua função. Ocorreram alterações na sociedade, nas atividades estatais e por conseqüência no modo de produzir documentos também. As variações nos modelos tipológicos estão ligadas as mudanças ocorridas na produção documental ao longo da história.

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  11. De acordo com o texto de Duranti (1996), capítulo 5, percebemos que a crítica diplomática feita por ela analisando elementos externos e internos dos documentos nos mostra a ligação existente entre os componentes da forma documental e componentes específicos das transações administrativas. Percebemos também que através da análise de elementos extrínsecos e intrínsecos é possível identificar a função do documento, o porquê da sua criação, seu conteúdo e verificar a sua autenticidade.
    Para Lopez (2012) a Diplomática e a Tipologia são disciplinas complementares, sendo a Tipologia Documental a responsável por permitir o entendimento do documento identificado pela Diplomática dentro do contexto das atividades de seus titulares arquivísticos e dentro da organicidade do arquivo. Sendo assim, os documentos ao sofrerem mudanças em seus elementos internos ou externos devido às evoluções por quais o Estado passou, pelo avanço tecnológico ou devido à própria evolução histórica acabam causando variações na análise diplomática e, consequentemente, nos modelos tipológicos. Essas variações nos modelos são muito perceptíveis quando analisamos documentos no âmbito da Administração Pública brasileira, pois os documentos acompanharam a evolução da Administração Pública (patrimonialista, burocrática e gerencial) e a evolução das funções do Estado.

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  12. De acordo com o texto de Duranti, cap. 5, deduzimos que ela pretende discordar sobre os elementos externos e internos da forma documental e a estrutura da critica diplomática. A forma documental pode ser física e intelectual. A autora define essas duas formas. Os elementos externos da forma documental considera-se que eles constituem o carater material do documento e a sua aparência externa. Com isso, ela traz os elementos externos que são: suporte, escrita( este engloba o software), língua, sinais especiais. O mais importante deles é o selo, O único elemento externo a ser considerado é também o mais relevante para os documentos consiste as anotações( autenticação e registro). As anotações constituem o elemento externo que mais claramente revela o processo de formação de um documento, a maneira em que participa em uma transação ou procedimento e na história de uma custódia. Os elementos internos da forma documental considera-se que são todos os componentes da sua articulação intelectual: o modelo de apresentação do conteúdo do documento. A estrutura da análise diplomática é muito rígida e reflete uma progressão sistemática do especifico ao geral.

    Autor: Rafael de Oliveira Dantas

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    1. não fica claro o porquê da diversidade, que foi pedido no comando do exercício

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  13. Segundo a autora Luciana Duranti, no cap.5 do livro Diplomática usos nuevos para uma antigua ciência, a crítica diplomática é feita de acordo com os elementos externos (extrínsecos) e internos (intrínsecos) por esses elementos é possível identificar todas as partes que constrói os documentos. A parte externa que é a (forma física) suporte, selo, texto linguagem, anotações e a parte interna que é a (forma intelectual) protocolo contém o contexto administrativo no qual o documento está inserido pessoas incluídas, tempo, lugar, assunto, o texto que contém as ações e inclui as considerações e circunstâncias e por último o escatocolo contexto que remete a conclusão final do texto. Os principais motivos de haver diferenças e variações nos modelos tipológicos estão relacionados as mudanças em cada período da história seja medieval, moderna ou contemporânea, outro fator que contribui para essas variações tipológicas é a constante evolução do estado da sociedade e suas tecnologias.

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  14. Segundo Duranti, no capítulo 5 do seu livro intitulado Diplomática: usos nuevos para uma antigua ciencia, as variações nos modelos tipológicos estão associadas aos documentos emitidos em diferentes jurisdições e épocas: medieval, moderna e contemporânea.
    Ela cita, por exemplo, a importância para os diplomatas no elemento extrínseco suporte ( papel , papiro) principalmente na análise de documentos medievais, por ser possível, a partir desse elemento, estabelecer sua procedência, época e autencidade. Elemento esse que perde valor a partir da utilização de materiais de escritas produzidos industrialmente. Outro ponto é em relação ao elemento extrínseco texto ( tipos de escritas, tinta, rasura) que devido a invenção da imprensa e máquinas de escrever esse elemento foi perdendo relevância. Duranti em seu texto revela um elemento importante analisado por diplomatistas de documentos contemporâneos: a linguagem, estudada a partir de um ponto de vista social em consequência aos diversos grupos sociais e suas respectivas formas de discurso e vocabulários.

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    1. não fica claro o porquê da diversidade, que foi pedido no comando do exercício

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  15. No texto, Diplomática: usos nuevos para una antiga ciencia da autora Duranti, pode-se observar os motivos para as variações tipológicas devido ao grande número de documentos emitidos por diferentes criadores e com finalidades diferentes, visto que a autora tem o cuidado de observar e traduzir os elementos que compõem os documentos nos diferentes períodos (medieval e contemporâneo) neste contexto com o objetivo de registrar e relacionar os componentes documentais, Duranti pontua e classifica cada elemento representado em duas vertentes, os elementos externos e internos, ao meu ver a autora por meio dessa didática de representação dos elementos nos ajuda a entender e melhor relacionar as características documentais analisando-as de maneira a compreender os processos administrativos dos documentos, visto que os elementos externos e internos descrevem a Diplomática e Tipologia documental de modo que Duranti considera os elementos externos que constituem o caráter material do documento e sua aparência externa e os elementos internos considera que são todos os componentes de representação do conteúdo do documento, onde estes determinam o conjunto.

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    1. não fica claro o porquê da diversidade, que foi pedido no comando do exercício

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  16. Pedro Paulo Martins Bites Lobo 13/0129810

    Duranti aborda ,no capítulo 5 do seu livro Diplomática: usos nuevos para una antigua ciência, que a forma de um documento está diretamente ligada com a função que exerce e exatamente por isso que há variações nos modelos tipológicos. O documento é a representação da informação, e sendo assim, a forma é crucial para o entendimento da sua finalidade e pode ser dividida em física e intelectual .Esta faz com que o documento seja perfeito e aquela que ele seja completo.
    A forma física ,também conhecida como externa ou extrínseca, é o revestimento externo do documento fazendo com que ele seja capaz de cumprir sua finalidade da maneira mais eficiente possível.A forma externa possui 6 elementos: suporte, escritura, linguagem, signos especiais, selos e anotações. Esses elementos só aparecem em sua totalidade em documentos originais.
    Já a forma intelectual, chamada de interna ou intrínseca, é o conteúdo central do documento e se refere a sua articulação interna. Duranti nós explica que a os documentos possuem uma estrutura típica e óbvia uma subestrutura analítica ideal e por isso essa forma dá completude ao documento.
    A subestrutura ideal é dividida em protocolo, texto e escatocolo. O protocolo contém o contexto da ação administrativa como o nome do autor e a data cronológica de criação do documento.Já o texto é a parte central do documento na qual se encontra a finalidade de sua criação e o escatocolo é o fecho do documento na qual se apresentam as formulas necessárias a sua autenticação e datação.

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    1. não fica claro o porquê da diversidade, que foi pedido no comando do exercício

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  17. Vitor Luiz Spindola Rocha
    13/0137383

    De acordo com o texto de Duranti (1996)Diplomática: usos nuevos para una antigua ciência, capítulo 5, a autora disserta sobre a diplomática fazendo uma análise documental através de seus elementos externos e internos, ela fala também sobre a relação entre os componentes da forma documental e dos das transações administrativas. A autora fala sobre como através das formas intrínsecas e extrínsecas se identifica a função de um determinado documento.
    Os diferentes modelos tipológicos existem devido as mudanças que ocorreram em cada período histórico vivido pela sociedade e ao mesmo tempo a sociedade evolui e avanços no meio da documentação e da tecnologia ocorrem fazendo com que novas tipologias sejam necessárias para se adequarem a situação atual.

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  18. Rachel Gonçalves Aires - 13/0130303

    No capítulo 5, do livro “Diplomática: usos nuevos para una antigua ciencia", Duranti aborda algumas questões relacionadas a forma do documento que pode ser física ou intelectual. A forma física trata-se da parte externa do documento, ou seja, o objetivo que o documento vai cumprir, já a forma intelectual é a parte interna, o documento como um todo. Ao longo do capítulo, Duranti faz uma análise dos documentos desde a antiguidade até os tempos modernos onde há diferenças quando o documento foi criado, tanto nas questões adiministrativas quanto nas judiciais.
    As variações tipológicas são ocasionadas por causa das mudanças dos períodos históricos, das tecnologias que avançam a cada dia e a evolução da sociedade. Com isso, a forma como o documento é produzido também tem seus avanços e o suporte também é alterado. As questões relacionadas aos documentos serão sempre modificadas com o passar do tempo.

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    1. não fica claro o porquê da diversidade, que foi pedido no comando do exercício

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  19. Conforme os ensinamentos de Duranti ( Diplomática: usos nuevos para una antigua ciencia), o motivo para haver as varições nos modelos tipológicos, esta relacionado com a evolução dos documentos ao longo da história e ao contexto histórico que estão envolvidos, que por sua vez esta relacionado com a evolução do próprio conceito de Estado, pois os documentos dentro das organizações estatais se modificaram graças as novas tecnologias que foram surgindo com o passar dos anos, e muitos de suas características e aspectos modificaram pois a tecnologia trouxe outras formas de se analisar e garantir a autenticidade dos documentos, essas mudanças estão ligadas diretamente com os elementos internos e externos dos documentos que conforme foi dito modificaram-se e evoluíram desde a primeira forma de papel até os documentos natos digitais.

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    1. não fica claro o porquê da diversidade, que foi pedido no comando do exercício

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  20. O estudo dos elementos externos dos documentos, como o suporte, escrita, linguagem, sinais de validação, anotações, forma, formato, entre outros é objeto direto da paleografia, desde o séc. 19 - pelo menos, de acordo com Duranti (1996, p. 120). No entanto, a diplomática se utiliza desses elementos e, também, dos internos, como protocolo, texto e escatocolo para a compreensão dos processos e atividades administrativas.
    Durante o desenvolvimento do texto, Luciana analisa cada elemento de acordo com um período específico: medieval, moderno e contemporâneo para efeito de comparação. Desse modo, podem-se notar mudanças significativas no tratamento documental, conforme a necessidade de cada período. Além disso, percebe-se que desde muito tempo os documentos eram caracterizados em relação aos elementos externos (forma física) e internos (forma intelectual), aliados a função administrativa que o documento exerce.
    Essas mudanças se devem pela forma em que o Estado se organizava em cada período histórico. Ademais, deve-se contar com as evoluções dos suportes ao longo do tempo e o advento da tecnologia da informação que influenciou e que ainda influencia pontualmente nas variações dos modelos tipológicos.
    Como a forma de poder no período medieval era a monarquia, observa-se a produção de documentos em função do Rei e seu reinado e em função da Igreja Católica que exercia grande influência à sociedade. No período moderno, há o surgimento da burocracia que mecaniza a produção de documentos, começando a adotar uma maior padronização no tratamento documental. Já na contemporaneidade, a sociedade começa a ter outra visão de mundo e a brigar pelos seus direitos e deveres, o que faz com que a própria administração mude o seu foco e passe a ser gerencial, ou seja, voltada para os clientes – os cidadãos. Além disso, o surgimento das grandes tecnologias nesse período modificou a forma de ver o documento e seu processo de produção, de modo que pudesse facilitar o acesso à informação.
    Portanto, observa-se que as variações nos modelos tipológicos se dão por meio das mudanças históricas e tecnológicas do mundo. Com isso, os requisitos de autenticação dos documentos, os elementos externos e os elementos internos foram se modificando de acordo com as necessidades que iam surgindo. Assim, é de suma importância que a análise documental se paute na observação do contexto arquivístico de cada período.
    Referência: DURANTI, L. Diplomática: usos nuevos para uma antigua ciência. Trad: Manuel Vázquez. Carmona (Sevilla): S&C, 1996. (Biblioteca Archivística, 5). – CAP. 5.

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  21. De acordo com Duranti, uma crítica/avaliação diplomática deve ser feita de acordo com os elementos externos e internos do documento, durante sua explanação no texto ela faz com que percebamos as características de cada elemento da forma documental, tanto externo como interno levando-nos a perceber os componentes do documento e suas características fundamentais, a autora nos leva a perceber também as diferenças que podem haver de acordo com o período de criação de cada documento e que há diferenças nas estruturas externas e internas de acordo com o período sendo medieval, moderno ou contemporâneo, ou seja, cada documento deve ser analisado de modo a se observar o período em que foi desenvolvido, principalmente porquê há alterações na estrutura e na forma dos documentos de acordo com a época cultural, a autora destaca portanto o quanto é importante considerarmos na análise diplomática as mudanças ocorridas durante os anos.
    Percebe-se assim que as variações nos modelos tipológicos ocorrem devido às mudanças em cada período histórico nos quais os documentos foram produzidos e a evolução do suporte nesses períodos, os métodos e regras na produção desses documentos mudam então de acordo com as mudanças advindas com o tempo, e tais mudanças determinam a Análise documental.

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  22. Luciana Duranti, no capítulo 5 do livro "Diplomática: usos nuevos para una antigua ciencia, afirma que a forma documental pode ser física e intelectual. A primeira se refere às características externas do documento, que o fazem perfeito e capaz de cumprir sua finalidade, estes podem ser examinados sem a leitura do documento e só estarão presentes em plenitude no documento original. Os elementos externos são seis: suporte, escrita, inguagem, sinais especiais, selo e anotações. A segunda se refere a sua articulação interna, que fazem o documento ser completo. São eles: protocolo, texto e escatologia, podendo não aparecer todos no mesmo documento. A partir desse conjunto de elementos, Duranti apresenta um modelo de análise diplomática e tipológica. A autora explica que os elementos externos e internos da forma documental foram identificados pelos diplomatistas através do exame de uma grande número de documentos emitidos em diferentes tempos e jurisdições, por distintos tipos de criadores de documentos com finalidades diversas. Ao longo do capítulo ela faz referência aos diferentes períodos em que os documentos estão inseridos, ressaltando que as mudanças que ocorrem ao passar dos anos refletem na análise diplomática. Ou seja, os motivos de haver variações nos modelos tipológicos estão interligados com as mudanças advindas de cada período histórico no qual o documento é produzido, no contexto histórico no qual ele se encontra, a evolução do suporte e ao surgimento de novas tecnologias que acaba por tornar certos elementos dispensáveis.

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  23. Duranti, no texto proposto, trabalha com as diversas formas de se analisar um documento por meio da diplomática e tipologia, perpassando pelo seu desenvolvimento no decorrer do tempo. Ela leva em consideração documentos medievais, modernos e contemporâneos. O motivo pelo qual existem variações nos modelos tipológicos é porque os mesmos refletem, em suas análises, pontos que estão intimamente ligados ao contexto administrativo e também temporal do documento, afinal, cada fator é determinante e é partir deles que conseguimos entender um pouco mais sobre a informação registrada que estamos lidando. Ou seja, vários tipos documentais, vários contextos, várias funções, várias formas de registrar e consequentemente (e obviamente) variações nos modelos tipológicos. Então, não existe uma única proposta para todos os documentos. Cada um possui sua peculiaridade e sua análise deve seguir e respeitar sua unicidade.

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    1. a questão da unicidade está mal colocada, no mais sua abordagem está ok

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  24. Duranti, ao londo do capítulo 5, discorre pelas variações dos modelos tipológicos e das análises diplomáticas com o passar do tempo. Ela apresentou alguns tipos documentais, juntamente com algumas análises diplomáticas desde o período medieval até o contemporâneo, demonstrando assim as mudanças que ocorreram desde então. Esta evolução se dá, principalmente, pelo crescimento e mudança do Estado, no período medieval predominava a monarquia sob forte influência da igreja, retratada nas invocações a Deus citada por Duranti, já com a modernidade chega a burocracia "exigindo" mais formalidade tanto na confecção quanto no trato dos documentos. Por fim, no período atual, a tecnologia é a grande responsável por essas variações por ter ampliado as possibilidades de suportes, dando margem para mais variações no futuro.

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    1. não fica claro o porquê da diversidade, que foi pedido no comando do exercício

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  25. A autora Luciana Duranti aborda no texto a questão das características inerentes ao documento, no que tange a sua materialidade, à sua forma física, e ao seu conteúdo, àquela mensagem que ele deseja transmitir. Essas características, tanto externas (relacionadas ao formato) quanto internas (referente ao conteúdo), serão a base da análise diplomática e tipológica dos documentos.
    Mais adiante a autora afirma que, com as diferentes mudanças estruturais das organizações ao longo dos tempos fez com que os documentos mudassem suas características internas e externas, se adaptando, ou melhor, traduzindo a realidade a qual ele pertence. A autora elencou os três grandes períodos que caracterizam a Arquivologia: a Idade Média, onde os documentos tinham uma função bastante ligada à monarquia e aos direitos de posse, a modernidade, caracterizada pelo Estado Moderno, que demandou uma radical transformação nas organizações tanto públicas quanto privadas, demandando o surgimento da burocracia, e nos tempos atuais, do gerencialismo, marcado pela necessidade de gestão da informação e do avanço exponencial da tecnologia, que geram um número altíssimo de documentos.

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    1. não fica claro o porquê da diversidade, que foi pedido no comando do exercício

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  26. A diversidade de " ... documentos emitidos en diferentes tiempos y jurisdicciones por diferentes tipos de creadores de documentos con finalidades diferentes ...(DURANTI. 1996)", remete às variações nos modelos tipológicos, em seus diversos contextos de produção, para melhor entendimento das funções arquivísticas daquelas formas documentais discutidas pela autora.

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  27. De acordo com Luciana Duranti cada documento deve ser analisado no contexto temporal em que se insere, podendo sofrer alterações em sua estrutura, de acordo com cada período, tais como, medieval, moderno e contemporâneo. Duranti propõe que essa análise dos documentos seja conforme seus elementos internos e externos (suporte, escrita, forma, formato, sinais de validação), juntamente com as funções administrativas que ele exerce para que se possa notar suas principais características e elementos. Dessa forma, percebemos que a análise documental deve atentar-se ao contexto arquivístico, tais como mudanças históricas, evoluções tecnológicas e mudanças na produção em que esses documentos se inserem.

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    1. não fica claro o porquê da diversidade, que foi pedido no comando do exercício

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  28. Natália Elisa Lucchetti - 13/0127949

    Duranti, no capítulo 5 de seu livro “Diplomática: usos nuevos para uma antigua ciência”, identifica os elementos externos e internos da forma documental, através da análise do elevado número de documentos emitidos em diferentes tempos e jurisdições, por diferentes tipos de criadores e com finalidades distintas. Assim, contextualizando-os de acordo com seu período histórico, a autora destaca a importância da análise diplomática para a evolução dos modelos tipológicos desenvolvidos desde os tempos medievais até os tempos modernos.
    É importante destacar que a definição de forma, segundo Luciana, é o conjunto de regras de representação utilizado para transmitir uma mensagem. A forma documental pode ser física (revestimento externo e extrínseco do documento) e intelectual (articulação interna e intrínseca). (DURANTI, 1996, p.119)
    Um fator importante que influencia as variações dos modelos tipológicos, além das mudanças históricas, é a evolução da tecnologia. Com o passar do tempo, foram criados novos suportes para substituir o mais utilizado ao longo de séculos (o papel). A tecnologia mudou a forma de se produzir, tramitar e armazenar documentos, e com isso, novos sinais de validação tiveram que ser incorporados aos documentos, e alguns outros, descartados, para que a adaptação a este novo formato documental fosse possível.
    Da mesma forma, a autenticidade e a estrutura intelectual dos documentos sofreu outras alterações de padrão pelo fato da mudança estatal, cultural, formas de governo distintas, novas legislações, etc.

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  29. De acordo com o texto de Duranti, os modelos tipológicos sofreram alterações com o passar do tempo, devido os avanços tecnológicos, mudanças ocorridas no âmbito administrativo, nos períodos medieval, moderno e contemporâneo. A autora destaca o aspecto externo ( suporte, escrita, linguagem, signos, selos e anotações) e interno ( protocolo, texto, escatocolo) do documento e ressalta a importância dessas modificações, para que o documento exerça a função para o qual foi criado.

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  31. Mateus Matos 13/0126187

    As variações nos modelos tipológicos existem pois cada documento deve ser analisado observando características inerentes ao mesmo. O contexto de produção do documento - época, estrutura, tecnologia disponível e acontecimentos históricos - deve ser utilizado como um dos parâmetros de análise, juntamente com as finalidades desse documento para a instituição a partir da ótica administrativa.
    Infere-se portanto que assim como o contexto muda, por consequência o documento vai mudar e também a maneira como o mesmo deverá ser analisado.

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  32. De acordo com a leitura que nos foi orientada, existem diversos fatores para justificar as variações nos modelos tipológicos. Durantti em seu texto, elenca características que devem ser observadas na análise diplomática. Entre eles divide em forma física e intelectual, onde a primeira seria as características externas dos documentos e segunda as articulações internas, ou seja, o conteúdo. Cada fator desses possui uma série de especificações. Por exemplo: na análise dos elementos externos temos o suporte, a escrita, a linguagem, os signos, os selos e as anotações. Na dos elementos internos temos o protocolo, o texto e o "escatocolo", cada um deles com subdivisões. Pelo que foi observado no texto, vários elementos desses representam características dos documentos como o período em que foi constituído, o contexto, por quem etc. A autora explica que muitos desses elementos sofreram mudanças ao longo do tempo em relação a sua utilização e destaque na análise diplomática em função, por exemplo, do desenvolvimento de novas tecnologias, das necessidades de uso, mudanças culturais e sociais entre outros. Podemos perceber então, a extensa variação nos modelos tipológicos diante de aspectos como quem o produziu, para que, onde, quando, de que forma. Aspectos esses que a diplomática e a tipologia documental com suas ferramentas de análise procuram identificar.

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  33. O texto apresenta conforme a Luciana Duranti (1996), as formas documentais, como física e intelectual, conceituando respectivamente extrínseco e intrínseco. Cita também as transformações das formas documentais em uma analise diplomática ao longo da historia, desde a era medieval a era contemporânea. Logicamente, com o passar do tempo conforme a evolução da sociedade, as mudanças são necessárias para o acompanhamento da sociedade, consequentemente as variações diplomáticas e tipológicas documentais sofrem adaptações para avalidação e autenticidade dos mesmos.

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    1. confuso... não fica claro o porquê da diversidade, que foi pedido no comando do exercício

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  34. Os modelos tipológicos variam de acordo com o contexto histórico, com os interesses e as necessidades da época e de quem os produziu. Por meio da análise dos elementos internos e externos dos documentos, de acordo com Luciana Duranti no Cap. 05 do livro "Usos Nuevos para
    Una Antigua Ciencia" podemos perceber que um documento pode exprimir diferentes finalidades, intenções e funções e ter diferentes maneiras de ser autenticado. Uma análise tipológica em documentos medievais difere de uma analise tipológica em documentos modernos devivo às diferenças destes elementos internos e externos, que foram sendo alterados, retirados ou ampliados. A forma de autenticá-los também difere hoje em dia. Por isso a necessidade de diferentes modelos tipológicos, para se adequar aos diferentes documentos produzidos ao decorrer dos anos.

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  35. Duranti (1996) no capítulo 5 de seu livro traz um histórico da evolução da diplomática em séculos e diversos tipos de organização governamental. Essa trajetória percorrida pela diplomática exalta a sua relevância até os dias atuais.
    Fato é que a diplomática sempre tem que se adaptar aos tempos e tudo ele relacionado. Os suporte, a linguagem, selos, signos, etc, isto é, em todos os aspectos intrínsecos e extrínsecos a cada documento na sua era, na sua função, na organização em que ele é criado e produzido.

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    1. não fica claro o porquê da diversidade, que foi pedido no comando do exercício

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  36. Luciana Duranti no capítulo 5 de seu livro, Diplomática: usos nuevos para una antigua ciência, nos apresenta uma estrutura de análise representada por um conjunto de características, denominada pela diplomática como forma, no qual o seu resultado será importante para entender o documento. Essa forma pode ser física, possuindo assim, características externas ou intelectual e com elementos internos o intrínsecos.

    Elementos externos podem ser considerados o suporte, a escrita, sinais e selos. A análise de todas essas características externas mostra o processo de formação do documento, qual região ele pode ter sido produzido. Já os elementos internos e intrínsecos são a estrutura típica do texto, possuindo elementos típicos como número de protocolo, o corpo do texto e o contexto do documento.

    Essas diferenças estruturais, de elemento externos ou internos, segundo Duranti, serve para o profissional da área possuir uma maior facilidade ao se analisar o documento, independente de seu suporte por exemplo. Essas características foram surgindo e se apropriando ao longo dos períodos históricos, fazendo com que elementos validadores se perpetuassem.

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    1. confusa a sua ideia de perpetuação da validação... não fica claro o porquê da diversidade, que foi pedido no comando do exercício

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